Sobre mim

Sou Thaís Aguiar, psicóloga clínica (CRP 05/61693), formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Tenho especialização em Avaliação Neuropsicológica pela PUC-Rio e formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), além de especialização em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) pelo Ceconte, referência na área.

Desde 2015 atuo na clínica, passando por atendimentos em grupo e individuais, até consolidar meu consultório particular em Icaraí, Niterói (RJ). Hoje, meu trabalho é voltado principalmente para mulheres autocríticas, profissionais ou estudantes de alta exigência, que sustentam muitas responsabilidades e sentem que estão sempre “ligadas”.

Gosto da psicologia como quem gosta de observar o mundo com atenção.
Me interessa menos o que uma pessoa deveria ser e muito mais o que ela já é, mas foi sendo distorcido, silenciado ou exagerado ao longo da vida, por experiências difíceis, expectativas externas, conselhos que não encaixaram e tentativas de sobrevivência que deixaram marcas.

Não me fascina o ideal. Me interessa o real.
O jeito como alguém sente, tenta, repete, desiste e, de repente, encontra dentro de si um gesto novo, mesmo que pequeno. Na clínica, o que mais me mobiliza é perceber quando um paciente começa a agir diferente não porque “decorou técnicas”, mas porque alguma coisa passou a fazer sentido de outro jeito. Esse sentido é único e pessoal, meu trabalho é construir o caminho para que isso apareça.

Minha formação em TCC foi construída cedo na clínica, primeiro em grupos e depois em atendimentos individuais. Ao longo dos anos, aprofundei-me em Terapia do Esquema e, mais recentemente, em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens que fazem parte da mesma família cognitivo-comportamental. Isso me permite trabalhar com TCC de forma atualizada e flexível, sem perder o rigor técnico nem a clareza do método.

Gosto de filosofia, arte, história, natureza. Me alimento das perguntas que não têm resposta rápida e das reflexões que continuam ecoando depois que a conversa acaba. Isso também aparece na clínica: não me satisfaço com explicações óbvias. Respeito a complexidade de cada pessoa e, ao mesmo tempo, busco clareza clínica, para que você saiba o que estamos fazendo em terapia e para onde estamos caminhando.

Talvez o processo terapêutico seja isso:
um caminho de volta, não para quem você era antes, mas para o que faz sentido agora. Entre tudo o que você já tentou resolver sozinha e os padrões que já não cabem, pode ser que a vida esteja te mostrando que o momento mudou.

Se for o tempo de começar, podemos construir esse caminho com método, responsabilidade e profundidade.

Thaís Nogueira do Carmo Aguiar
CRP 05/61693